É uma sequência de passos bem definidos com entrada, processamento e saída, como uma receita de bolo, usada para dizer ao computador o que fazer.
É um programa com passos exatos e previsíveis. Rodar o mesmo código dez mil vezes gera dez mil vezes o mesmo resultado, o que garante repetibilidade.
Execução literal pelo computador
00:18:06É a forma literal como o computador executa instruções, sem adivinhar intenções. Por isso o código precisa ser explícito e detalhado para funcionar como esperado.
É uma plataforma de notebooks em nuvem usada na disciplina. Permite que todos programem no mesmo ambiente sem precisar instalar Python no computador.
É um arquivo de caderno com extensão .ipynb. Reúne células de texto, código e SQL no mesmo documento, diferente de um script único .py.
São blocos do notebook que podem ser de texto, código ou SQL. Cada bloco pode ser executado de forma separada para testar partes do projeto.
É a função que cria uma cópia editável do projeto para você. É usada para trabalhar no TP sem precisar de permissão de edição do original.
É uma ferramenta de notebooks da Google parecida com o DeepNote. Serve para programar em nuvem, mas não oferece células de SQL nativas.
São células que executam SQL diretamente no DeepNote sem instalar bibliotecas. São um diferencial da plataforma e serão usadas na parte de dados.
É uma linguagem de marcação leve para formatar texto. É usada em notebooks e READMEs para criar títulos, negrito, listas e tabelas.
São títulos criados com um a quatro símbolos de jogo da velha. Servem para organizar o texto em título, subtítulo, seção e subseção no documento.
São formatações de texto feitas com asteriscos. Usa-se dois asteriscos para negrito, um para itálico e três para aplicar os dois juntos.
É a formatação que deixa o texto riscado. É feita colocando dois tis antes e depois do texto para riscá-lo.
É a formatação que deixa um trecho com aparência de código. É usada envolvendo o texto com crases para destacá-lo no meio da frase.
São listas criadas com traço ou asterisco para itens sem ordem e com números e ponto para itens ordenados. O Markdown renumera os itens ordenados sozinho.
É um separador visual de seções criado com três hífens. É usada para dividir partes do texto no documento.
É o arquivo que descreve um projeto no GitHub. Usa extensão .md e formatação Markdown para explicar o conteúdo do repositório.
É o sinal de igual usado em Python para atribuir um valor a uma variável. Não indica igualdade matemática, que será representada por ==.
É o operador que pergunta se um valor é igual a outro. Será visto nas próximas semanas, enquanto agora = serve apenas para atribuir.
É uma etiqueta que aponta para um valor guardado em um espaço da memória. Serve para guardar e reutilizar dados ao longo do programa.
É a função que mostra valores na saída do programa. Aceita texto e variáveis na mesma chamada e insere um espaço automático entre eles.
É a característica do Python de diferenciar letras maiúsculas e minúsculas. Por isso prof, Prof e PROF são tratadas como variáveis diferentes.
Persistência de variáveis no notebook
00:45:37É o comportamento do notebook de manter variáveis existentes entre células. Editar uma célula não apaga valores que já foram atribuídos antes.
É a memória do notebook que guarda todas as variáveis em uso. Reiniciar o kernel apaga todas as variáveis guardadas e limpa o estado.
É o recurso do Python de identificar o tipo da variável pelo valor atribuído. Assim não é preciso declarar int, float ou outros tipos antes.
É a convenção do Python de escrever nomes em minúsculas separados por underline. Exemplos são nome_completo e total_de_vendas para facilitar a leitura.
É a convenção que junta palavras usando maiúsculas no meio da palavra. Forma as corcovas de camelo e não é o padrão do Python.
É a convenção que separa palavras com hífen, como espetinhos. Não é usada como padrão no Python para nomes de variáveis.
É o acordo de manter uma única forma de escrever nomes no código. Não é obrigatória para rodar, mas facilita ler e evoluir o programa.
São nomes como altura, base e total usados em vez de a, b e c. Ajudam a entender o código, principalmente em programas com milhares de linhas.
Evitar acentos e cedilha em nomes
00:57:20É a recomendação de não usar acentos ou cedilha em nomes de variáveis. O Python aceita, mas outras linguagens ou versões podem não aceitar.
É uma forma inválida de nomear variável que começa com dígito. O interpretador entende como número e gera erro, mas números depois da primeira letra são permitidos.
É o uso inválido de espaço dentro do nome da variável. O Python entende que o nome terminou, por isso deve-se usar underline no lugar.
É o espaço no início da linha que será usado com if e else. Nome de variável não pode começar com espaço porque seria confundido com indentação.
São os operadores de soma (+), subtração (-), multiplicação (*) e divisão (/). Servem para fazer cálculos matemáticos básicos no código.
É o operador // que calcula quantas vezes o divisor cabe inteiro no dividendo. Com inteiros o resultado é inteiro, como em 128 // 12 = 10.
É o operador % que devolve o que sobra após a divisão inteira. É usado para obter o resto, como em 128 % 12 = 8.
É o comportamento da divisão com / que sempre devolve float. Mesmo 30 / 3 resulta em 10.0, enquanto 30 // 3 resulta em 10 inteiro.
É o padrão de contagem que lê o valor atual de i, soma 1 e guarda de volta na mesma variável. Serve para incrementar contadores no programa.
Operadores de atribuição compostos
01:24:49São atalhos como +=, -=, *= e /= que aplicam a operação e reatribuem o resultado. Por exemplo, i += 1 equivale a fazer i = i + 1.
Nenhum conceito corresponde à busca.